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Contra as Drogas – Site Antidrogas

10/05/2010

Eis um ótimo site para alertar a população contra os malefícios das drogas:

http://www.antidrogas.com.br/

Contra as Drogas – Site Antidrogas – Não jogue com a vida…

Especialmente recomendado para essa molecada de hoje em dia que considera fumar maconha algo “cult” (existe até concurso de miss maconha!).

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8 comentários

  1. […] isso, voltemos ao assunto: recebi um comentário muito interessante em um post antigo que publiquei contra as drogas. O comentário, postado pelo coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro Milton Corrêa daCosta, […]


  2. ‘Marcha da Maconha’: o perigoso caminho da insensatez

    Milton Corrêa da Costa

    No próximo sábado, 05 de maio, transcorre. na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, mais uma ‘Marcha da Maconha’, estando proibido, obviamente, qualquer tipo de apologia ou consumo da droga durante a manifestação. É bom lembrar que fazer apologia, comercializar ,trazer consigo (transportar), plantar, cultivar, etc, etc.., ou fazer uso da cannabis, constitui crime previsto na Lei 11343/06, a Lei Antidrogas. .

    Até aqui tais manifestações, agora também liberadas pelo SupremoTribunal Federal, inclusive no que tange à passeatas reivindicatórias sobre descriminalização e legalização de outras drogas ilícitas, surtiram pouco ou nenhum efeito. Usar maconha continua sendo crime e não há nenhuma movimentaçãono Congresso Nacional que faça entusiasmar a chamada corrente progressista da droga, encabeçada por intelectuais, estudiosos, ONGs e ex-autoridades, no que tange ao atendimento ao pleito. Aliás seria cômico se não fosse trágico ver os 3 mil dependentes das 11 cracolândias do Rio, alucinados, no mundo da lua, numa marcha do crack. Só faltava essa.

    Falando um pouco mais sério, aqui vale ressaltar uma pesquisa desenvolvida em 2001, durante o período de um ano, no bairro deBrixton, em Londres, que conviveu com a maconha às claras. Gente fumando nasruas e traficantes oferecendo o produto pelas calçadas, à luz do dia,tornaram-se uma visão corriqueira. A droga já não era nenhuma novidade nobairro, na parte pobre da capital inglesa, mas nunca foi consumida tãoabertamente. Esse foi o efeito de uma iniciativa da polícia de Lambeth, distritolondrino que inclui Brixton. Com o objetivo de liberar agentes para o combate acrimes mais graves, o comandante local decidiu que os usuários de maconhaseriam apenas advertidos, e, no máximo sofreriam a apreensão da droga,

    O teste trouxe resultados dúbios e foi interrompido no fim de julho de 2002. A polícia, de fato, poupou algum tempo, mas muito menos que imaginava. Em seis meses avaliados, 1.350 horas de trabalho, antes gastas com procedimentos de fichar e interrogar usuários de maconha puderam ser usadas emcombate a outros delitos. O montante equivale a 90% do trabalho em tempo integral de dois policiais, num total de 860 lotados naquele distrito. As ocorrências ligadas à posse da erva cresceram 35% e o tráfico subiu 11%. Nos bairros vizinhos, os flagrantes de posse caíram 4% e o tráfico 34%, confirmando o que os moradores mais temiam: Brixton se tornou ponto de reunião de“maconheiros”, da cidade inteira.

    Ninguém mediu o grau de satisfação da comunidade, mas agrande maioria dos habitantes locais entrevistados pela imprensa deixou claroque detestou o convívio com consumidores e traficantes de drogas nas praças,calçadas e estações de metrô. Até hoje nenhuma experiência semelhante foirealizada pela polícia inglesa. Prevaleceu o direito da maioria, o interessesocial coletivo contra a liberalidade de uma minoria de drogados sem rumo.Ressalte-se que na Holanda uma nova lei já proíbe, em algumas cidades, a vendade maconha em coffee shops para turistas estrangeiros. Tal norma deve ser estendida para todo o território holandês até o ano que vem. Usuários e dependentes, acometidos de overdose e jogados em praças públicas, transformou-se numa cena incômoda e muito comum na Holanda, que estuda rever a sua política permissiva com drogas.

    Com relação aos males provenientes do consumo da maconha,que certificam que a erva não é tão inofensiva assim, uma pesquisa publicadanas páginas da Internet, com notícia originária de Londres, mostrou que jovens que fumam maconha por seisanos ou mais têm o dobro de possibilidade de sofrer de episódios psicóticos doque pessoas que nunca fumaram a droga. As descobertas fortalecem uma pesquisaanterior que relacionam psicose à droga, particularmente em sua forma maispotente, o skunk. Apesar da lei que proíbe, em alguns países, o consumo e outrasformas cerca de 200 milhões de pessoas são usuárias de maconha no mundo,segundo estimativa da ONU, o que envolve 4% da população ativa. O país com omaior número de consumidores é a França.

    John McGrath, do Instituto Neurológico de Queensland, na Austrália, continua a referida notícia informando, estudou mais de 3.800 homens e mulheres nascidos entre 1981e 1984 e comparou seus comportamentos, após completarem 21anos de idade, para perguntar-lhes (já eram pacientes) sobre a maconha em suas vidas, avaliando os entrevistados para episódios psíquicos. Cerca de 18%relataram uso de maconha três anos ou mais, cerca de 16% de quatro a cinco anose 14% durante seis ou mais anos. Detalhe: Cadu fumava há mais de nove anos.Comparados aos que nunca haviam usado cannabis, jovens adultos, que tinham seisou mais anos desde o primeiro uso da droga, tinham duas vezes mais chances dedesenvolverem psicose não afetiva, como esquizofrenia, disse McGrath, conforme estudo publicado na revista de psiquiatria “Archives of General Psychiatry”.

    Mais uma voz responsável surge para acabar com a ideia deque maconha é uma droga inofensiva. A diretora do Instituto Nacional sobreAbuso de Drogas (Nida, em inglês), a mexicana Nora Volkow, jogou mais uma pá decal nessa falácia: – Há quem veja a maconha como uma droga inofensiva. Trata-sede um erro. Comprovadamente, a maconha tem efeitos bastante danosos. Ela podebloquear receptores neurais muito importantes. Estudos feitos em animais mostraram que, expostos ao componente ativo da maconha, o tetraidrocanabinol(THC), eles deixam de produzir seus próprios canabinoides naturais (associados ao controle do apetite, memória e humor). Isso causa desde aumento da ansiedade até perda de memória e depressão. Claro que há pessoas que fumam maconha diariamente por toda a vida sem que sofram consequências negativas, assim comohá quem fume cigarros até os 100 anos de idade e não desenvolva câncer depulmão. Mas até agora não temos como saber quem é tolerante à droga e quem nãoé. Então, a maconha é, sim, perigosa – afirmou a psiquiatra que conduziu na década de 80 os estudos comprovando que a cocaína causa dependência química, além de graves danos ao cérebro.

    Outras pesquisas revelam que o uso da maconha – uma porta deentrada para a dependência de outras drogas- pode causar, além de transtornos psiquiátricos, câncer de pulmão (tal e qual o cigarro), câncer de testículo e ainda afetar a memória. Aos pais fica o alerta sobre as possíveis mudanças comportamentais de seu filhos, entre elas: agressividade, abandono do estudo edo trabalho, desmotivação para o esporte, apatia, depressão, troca da noite pelo dia, hematomas nos braços, olhos constantemente avermelhados, lábios ressecados, gasto excessivo de dinheiro, delírios, sumiço de bens móveis emcasa e outras alterações comportamentais.

    Os altos impostos que todos pagamos com o tratamento erecuperação de vítimas do alcoolismo e do tabagismo no país já seria exemplo suficiente para inviabilizar a descriminalização e legalização da maconha.Legalizar drogas é sinônimo de aumento de consumo, do número de dependentes e de doenças psiquiátricas. O estado não pode ser o indutor (legal) do uso da droga. Deve trabalhar em sua missão de prevenção, tratamento terapêutico de dependentes e repressão qualificada ao tráfico com base na inteligência policial.

    Drogas não agregam valores sociais positivos. Se o jovem conhecesse os males da droga antes do uso certamente que não a usaria. A busca do ‘mundo colorido’ através do uso de drogas é falso. A legalização de drogas é uma grave ameaça contribuirá para a criação de uma legião de drogados sem rumo. O caminho da insensatez. Uma emenda pior que o soneto.

    Milton Corrêa daCosta é coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro


  3. USP: A LEI E A DEMOCRACIA CONTINUAM SENDO DESRESPEITADAS POR BADERNEIROS SIMPATIZANTES DA MACONHA

    Milton Corrêa da Costa

    Os estudantes (rebelados) que invadiram a Reitoria da USP decidiram nesta quinta-feira resistir e não desocupar o local. A Justiça determinou a desocupação em 24 horas.. O impasse teve início quando a Polícia Militar, cumprindo sua missão consitucional, prendeu em flagrante, no interior do campus da Universidade de São Paulo (USP), três universitários por porte de maconha- crime previsto na Lei de Entorpecentes (Lei Federal 11343/06)- onde alguns estudantes, contrários à medida legal, resolveram, em protesto contra o que chamam de ‘radicalismo ditatorial’, além de entrar em confronto com os policiais ocupar, desde quinta-feira passada, o prédio da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, como se as dependências daquela universidade fosse um campo livre e autorizado para consumir drogas. Uma verdadeira falta de respeito à lei e à democracia.

    Exigem agora a retirada da PM do policiamento interno do local, apesar de convênio existente para que a PM patrulhe o local.
    Nesta terça-feira, 01/11, em nome da lei e da democracia, cerca de 200 estudantes participaram de um protesto a favor da permanência da PM no campus da universidade. A manifestação foi pacífica sendo permitido, inclusive, discurso dos contrários a tal posicionamento. “A ditadura acabou em 1984. Não é possível ficar com delírios e lutar contra fantasmas que não existem mais”, disse Márcio Góis, aluno do segundo ano de Filosofia. Ainda bem que nem tudo está perdido e há estudantes com tais pensamentos, não revanchistas. No discurso dos estudantes, que apoiam a presença da PM, foi dito que alguns colegas utilizam o campus para consumir e também traficar drogas. Profundamente lamentável tal denúncia.

    Estudantes permanecem agora ocupando a Reitoria da USP desde da manhã desta quarta-feira, numa simples troca de posição do local ocupado. O radicalismo dos rebelados prossegue. Um grupo. derrotado em assembleia na USP, na noite anterior, decidiu ocupar o prédio da Reitoria. A decisão da nova invasão foi tomada após assembleia realizada, quando os universitários optaram por desocupar o prédio da administração da FFLCH. Os da ala radical não aceitaram o resultado e decidiram invadir o prédio da reitoria. Mais um desrespeito a um ato democrático. Querem, por certo, a universidade livre para consumir e traficar drogas sem serem importunados pela polícia. Será que os pais têm ciência e concordam com isso? Dos mais de mil presentes na assembleia, 559 votaram a favor da desocupação e 458, contra. Os integrantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) deixaram o local após a votação, mas o grupo que encabeçou a invasão não aceitou a decisão. Na nota divulgada, o grupo que decidiu pela invasão do prédio da reitoria informou que uma nova direção do movimento de ocupação foi eleita sem, entretanto, informar o quórum da decisão. Com se vê mais uma atitude antidemocrática.

    Certamente que a ‘corrente progressista’, que almeja a descriminalização e legalização de drogas no país está aplaudindo de pé o posicionamento dos revoltosos universitários. Não demora muito, se é que já não providenciaram, haverá uma marcha em apoio aos usuários e traficantes rebelados da USP. Neste contexto de revolta e polêmico debate, continuo, no entanto, firmemente acreditando que o melhor caminho é da prevenção. Por isso mesmo pais e responsáveis precisam estar permanentemente alertas antes que a desgraça definitiva ocorra com seus filhos e ter algum conhecimento dos sinais do uso do uso de drogas a seguir descritos, sendo que pode ocorrer a presença de todos os sinais ou apenas alguns deles, senão vejamos:

    – mudanças bruscas no comportamento;
    – falta de motivação para atividades cotidianas, inclusive esportes;
    – queda no rendimento escolar ou abandono dos estudos,
    – queda na qualidade do trabalho ou seu abandono;
    – inquietação, irritabilidade, agressividade, desconcentração, insônia, ou,
    ao contrário, depressão e sonolência;
    – atitudes impulsivas;
    – marcas ou hematomas nos braços;
    – olhos constantemente avermelhados;
    – boca ressecada;
    – palidez acentuada e dilatação da pupila;
    – idéias delirantes (mundo de fantasia);
    – troca do dia pela noite;
    – emagrecimento repentino, sem causas aparente;
    – sumiço de dinheiro e bens materiais em casa.

    Nesse contexto, de prevenção ao uso de drogas, convém lembrar o trabalho, de mais de 15 anos, efetuado pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, no PROERD ( Programa Estadual de Resistência ao Uso Indevido de Drogas), junto a escolas de primeiro grau, já tendo diplomado, ao longo de todos esses anos, milhares de alunos, principalmente da rede pública de ensino, os menos aquinhoados, moradores de comunidades mais pobres onde a influência da ação de cooptação do tráfico é flagrante. Ressalte-se que a escola, uma importante agência de controle social, que influencia a formação cidadã do jovem, deve também desenvolver programas de prevenção, estabelecendo um intercâmbio democrático entre alunos, pais e professores, despertando, na comunidade escolar, uma consciência crítica em relação aos problemas que derivam do uso de drogas – o avanço do crack é preocupante hoje – aí incluídos o álcool e também o cigarro.

    A realidade é que se faz necessário que todas as forças do bem, numa postura de alerta máximo, invistam na prevenção e na repressão inteligente ao tráfico de drogas. Drogas não agregam valores sociais positivos. Portanto, todo cuidado é pouco quando o assunto é drogas. Está em jogo o futuro das novas gerações. Espera-se agora o bom senso dos baderneiros na desocupação do local antes que a polícia faça uso de sua força legal para dar cumprimento à decisão judicial.

    Milton Corrêa da Costa é coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro

    Responder Encaminhar


  4. Tudo bem?

    Gostaria de pedir a tua ajuda para divulgar um programa dramático que já salvou a vida de muitas pessoas. Após grande sucesso nos Estados Unidos, a série Intervenção estreiou no Brasil na semana passada. Nos EUA, Intervenção conseguiu nos últimos sete anos recuperar definitivamente mais de 70% dos casos de dependência. Das 169 intervenções, 134 pessoas não tiveram recaída. É um número impressionante, que mostra a eficiência deste processo inovador de reabilitação. Este programa poderá inspirar muitos no Brasil a buscarem ajuda.

    Sem censura, cada episódio traz uma história comovente de fracasso e sucesso, e a constante luta entre a vida e a morte, mostrando como cada minuto conta e como uma decisão pode destruir ou salvar. Assista toda terça-feira, às 23h no canal à cabo A&E.

    Siga-nos no Twitter, Orkut ou vire nosso fã no Facebook para saber de notícias e participar de debates para insipirar outros a buscarem ajuda:
    http://www.facebook.com/pages/Intervencao/156355577708390?ref=tsOrkut
    http://twitter.com/IntervencaoTV
    http://www.orkut.com/Main#Community?cmm=105780273


  5. […] This post was mentioned on Twitter by Rodrigo Guedes. Rodrigo Guedes said: Contra as Drogas – Site Antidrogas: http://wp.me/pHRA2-e2 […]


  6. […] https://rodrigoguedes.wordpress.com/2010/05/10/contra-as-drogas-site-antidrogas/Eis um ótimo site para alertar a população contra os malefícios das drogas: […]



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